Ao utilizar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
MundoTeleMundoTeleMundoTele
  • Home
  • Telecomunicações
    Telecomunicações
    Mostre Mais
    Top Notícias
    Escolha de Frequência em Rádio Enlaces Com Frequências Licenciadas
    13/02/2024
    Operadoras independentes possuem 81 mil torres no Brasil, diz estudo
    13/02/2024
    Interligações em Redes de Telecomunicações para Empresas (Contratar ou Implementar?)
    13/02/2024
    Últimas Notícias
    Três técnicos de telecom são mortos a tiros em Salvador e aumentam alerta de violência contra provedores no Nordeste
    17/12/2025
    Anatel intensifica fiscalização sobre fornecedores de link para identificar provedores sem outorga
    28/11/2025
    Hughes admite risco de recuperação judicial diante de falta de caixa e pressão competitiva
    21/11/2025
    Amazon oficializa marca Amazon Leo para sua rede global de satélites
    15/11/2025
  • Tecnologia
    Tecnologia
    Mostre Mais
    Top Notícias
    O que é ping? Realmente ele faz diferença?
    13/02/2024
    Google libera domínios pizza.new, photoshop.new e mais atalhos
    13/02/2024
    Aplicativo popular de câmeras chinesas iCSee enfrenta instabilidade e fica fora do ar nesta sexta-feira
    17/10/2025
    Últimas Notícias
    Projeto de lei para liberar armas de fogo a profissionais de TI é apresentado na Câmara dos Deputados
    04/12/2025
    China estuda capacidade de bloquear sinais da Starlink
    30/11/2025
    Instabilidade no app do Bradesco gera reclamações de clientes durante a Black Friday
    28/11/2025
    BYD trará ao Brasil carregador ultrarrápido de 1 MW, mas apenas novos modelos Han e Tang vendidos na China são compatíveis
    10/11/2025
  • Cibersegurança
    Cibersegurança
    Mostre Mais
    Top Notícias
    Cibersegurança: como se proteger num mundo conectado
    13/02/2024
    Celulares Android antigos terão problemas com vários sites em 2021
    13/02/2024
    Falha crítica no Roundcube, servidor de e-mail usado no cPanel, é explorada em ataques!
    13/02/2024
    Últimas Notícias
    Celulares Samsung podem trazer aplicativo espião que não pode ser apagado
    20/11/2025
    WhatsApp expôs dados de 206 milhões de brasileiros após falha global de segurança
    18/11/2025
    Cloudflare falha nesta terça (18) e derruba X, ChatGPT e outros serviços
    18/11/2025
    Ataques cibernéticos atingem Anatel após bloqueio da rede social X
    02/09/2024
  • Negócios
    Negócios
    Mostre Mais
    Top Notícias
    Como identificar um boleto falso
    13/02/2024
    Desvalorização dos veículos elétricos usados atinge 39% nos EUA em 2023
    26/06/2024
    Estratégias de marketing para provedores de internet
    13/02/2024
    Últimas Notícias
    Falhas no HTV 8, UniTV S1, S10 e S11 geram reclamações e comunicado aponta bloqueio ligado à Claro
    24/12/2025
    Microsoft demite equipe de diversidade e afirma que contratações serão feitas por mérito e competência
    22/12/2025
    Trabalhadores dos Correios entram em greveem nove estados
    19/12/2025
    Empresas são condenadas após uso de “lista suja” impedir eletricista de conseguir emprego em Goiás
    16/12/2025
  • Contato
Buscar
  • Home
  • Notícias
  • Favoritos
  • Contato
© 2020-2025 MundoTele Telecomunicações e Tecnologia. Todos os Direitos Reservados.
Leitura: As redes neutras podem mudar a internet no Brasil
Compartilhar
Entrar
Notificação Mostre Mais
Tamanho de FonteAa
MundoTeleMundoTele
Tamanho de FonteAa
  • Telecomunicações
  • Tecnologia
  • Negócios
Buscar
  • Home
  • Telecomunicações
  • Cibersegurança
  • Tecnologia
  • Negócios
  • Favoritos
  • Contato
Já possui uma conta? Entrar
Siga-nos
  • Home
  • Notícias
  • Favoritos
  • Contato
© 2020-2025 MundoTele Telecomunicações e Tecnologia. Todos os Direitos Reservados.
MundoTele > Blog > Telecomunicações > As redes neutras podem mudar a internet no Brasil
Telecomunicações

As redes neutras podem mudar a internet no Brasil

Redação MundoTele
Ultima atualização: 13/02/2024 às 11:31
Publicado 08/11/2020
Compartilhar
Compartilhar

A reestruturação da Oi trouxe à tona o conceito de redes neutras para o cotidiano brasileiro. A operadora quer transformar toda a infraestrutura da Oi Fibra numa empresa aberta para outros provedores de internet. O modelo foi defendido por concorrentes como TIM e Vivo, que também planejam se aventurar no formato.

Conteúdo
  • O que são as redes neutras?
  • As grandes operadoras precisam de fibra
  • As redes neutras otimizam o investimento
  • Resolvendo problemas urbanos
  • Redes neutras em outros países
  • Tecnocast 168 – A próxima revolução da banda larga

Esse tipo de rede permite que diversas operadoras atuem com uma mesma infraestrutura, o que permitirá otimizar os investimentos e aumentar a concorrência de internet banda larga no Brasil.

- PUBLICIDADE -

SAIBA MAIS

O que são as redes neutras?

O Tecnoblog conversou com Rogério Takayanagi, vice-presidente de Estratégia e Transformação da Oi. Ele explica: “Redes neutras são redes que podem ser fixas ou móveis e que atendam vários operadores de telecomunicação de forma não discriminatória”.

Para o executivo, o formato lembra o compartilhamento das torres de telefonias móveis, que é amplamente adotado no Brasil, defendido pelas operadoras e incentivado pela própria Anatel. “Este tipo de compartilhamento (…) ajudou a comprovar o valor do modelo para o setor”.

Na prática, um operador neutro habilita que várias companhias utilizem a mesma infraestrutura, que pode ser fibra óptica, cabos metálicos, redes móveis e até mesmo satélite. Uma empresa interessada em se tornar um provedor de internet pode simplesmente alugar a capacidade dessa rede e cobrir cidades inteiras sem gastar um centavo com rede própria.

Para o consumidor final, o serviço é transparente e o usuário nem precisa saber que está conectado em uma rede neutra. Todo o atendimento, desde a instalação até o suporte técnico é feito pela operadora contratada. Várias empresas conseguem operar no mesmo cabo graças a tecnologias como VLANs, que permite a criação de redes virtuais na camada de enlace.

É importante lembrar que as redes neutras são completamente distintas das operadoras virtuais, que as companhias-mãe revendem a infraestrutura existente sem o controle e gerência de rede. “As redes neutras se caracterizam por fazer altos investimentos na infraestrutura de telecomunicações e vender esta capacidade para vários ‘inquilinos’. Desta forma, não só consegue ter acesso a capital de forma mais econômica, mas também uma otimização do uso da infraestrutura construída”, afirma Takayanagi.

As grandes operadoras precisam de fibra

A demanda por internet fixa é crescente no Brasil. Dados da Anatel de agosto de 2020 mostram que o país possuía 34,3 milhões de acessos de banda larga. No mesmo período do ano anterior, eram 32,9 milhões de modens e em 2018 tínhamos 30,8 milhões de contratos.

Os acessos cresceram consideravelmente graças aos pequenos provedores, que desempenharam um papel importantíssimo para a popularização de fibra óptica no Brasil. Em 2018, 18,6% de todas as conexões no país utilizavam o formato FTTH; em 2019, o número saltou para 31,5%, e agora a fibra óptica já atinge 41,3%.

Só que as grandes operadoras ainda não conseguiram atingir o mesmo patamar de fibra: em 2018, Claro, Oi, TIM, Vivo e Algar tinham apenas 10,9% de acessos com fibra; em 2019, o número saltou para 19,2%, enquanto em agosto de 2020 são 27,5% de conexões FTTH.

Parece uma alta grande, mas esse número está inflado pelas desconexões do cobre: juntas, essas grandes operadoras perderam quase 5 milhões de clientes de banda larga fixa com tecnologia legada entre 2018 e 2020.

A Oi já entende que as velocidades oferecidas no cobre não atendem às expectativas do consumidor, parou de vender novos acessos com tecnologia xDSL e concentra quase todos os esforços na construção da rede de fibra. A Vivo também tem feito a sobreposição da rede de cobre nas áreas da GVT e da Telefônica de São Paulo, mas de forma bem lenta.Equipe da Oi construindo rede da Oi Fibra. Foto: Lucas Braga/Tecnoblog

Equipe da Oi construindo rede da Oi Fibra em Belo Horizonte. Foto: Lucas Braga/Tecnoblog

A única grande operadora que está numa posição “confortável” é a Claro, que usa cabos coaxiais na maioria dos municípios. A tecnologia adotada permite entregar velocidades de download equiparáveis às de fibra óptica graças ao padrão DOCSIS 3.1, mas com o ônus de velocidades de upload baixas e interferências eletromagnéticas, que não ocorrem na fibra. A própria empresa já adota fibra nas localidades entrantes — e não duvido que num futuro distante passe a atender as regiões mais rentáveis de grandes cidades com FTTH.

De qualquer forma, as grandes operadoras precisam da fibra para conter a queda nos acessos e continuarem relevantes no mercado de telecomunicações. A adoção do modelo de redes neutras dão chance para as companhias maximizarem seus investimentos, seja aumentando a ocupação das portas de fibra ou alugando a infraestrutura neutra de outras empresas.

O CEO da TIM, Pietro Labriola, disse em entrevista coletiva que a empresa já tem mais de 20 acordos de não-divulgação para construção de rede neutra. “Tem parceiro puramente financeiro e parceiro industrial”, comentou o executivo ao diferenciar investidores e empresas de infraestrutura. No passado, o executivo não descartou que a TIM se torne cliente da InfraCo — ou seja, a operadora poderia alugar a infraestrutura neutra da Oi para chegar a mais clientes.

- PUBLICIDADE -

SAIBA MAIS

As redes neutras otimizam o investimento

As redes neutras trazem vantagens, tanto para a dona da infraestrutura quanto para quem aluga. Takayanagi afirma que a adoção do modelo neutro permite uma redução de custos para todos os envolvidos: “Isso permite a companhia destravar seus investimentos, atrair novos investidores, acelerar o capex e a expansão da rede de fibra”.

O executivo também aponta que a expansão do serviço deve contribuir para a inclusão digital no país. “Através desse modelo, reduzimos investimentos redundantes nas redes de transporte. Com isso, os prestadores de serviço podem focar seus investimentos e atenção no seu serviço core. Acredito que teremos uma melhor competição com maior qualidade e preços competitivos”, afirma Takayanagi ao Tecnoblog.

É certo que com mais concorrência, a rede ficaria mais “cheia”. Ao ser questionado sobre como a experiência do usuário pode ser comprometida, Takayanagi afirma que os critérios de dimensionamento devem sempre prever a demanda.

“A ideia de ter uma maior ocupação é diminuir a ociosidade, buscar sinergia nos investimentos e não de ocupar as redes além de suas capacidades. Por exemplo, ao invés de lançar dois cabos de fibra óptica ao longo de uma rodovia, você pode lançar apenas um e colocar um equipamento mais potente nas pontas para atender mais de um cliente”, afirma o executivo.

Resolvendo problemas urbanos

Uma hipotética adoção massiva de redes neutras poderia solucionar alguns problemas urbanos, como a grande bagunça gerada pelos cabos dos postes de energia. Por aqui, é importante ressaltar que as concessionárias de energia são as donas desses postes, que são alugados para operadoras pendurarem seus cabos de telecomunicações.

As normas da Aneel permitem que cada poste tenha uma faixa de 50 cm para acomodar até cinco pontos de fixação para serviços de telecomunicações. Só que há locais onde uma única operadora extrapola sozinha a capacidade permitida, e também há regiões onde existem mais de cinco provedores de internet.Um monte de cabos de telecomunicações pendurados num poste de energia

Esse é um poste comum de Belo Horizonte, que nem está tão cheio. Complicado, né? (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Com postes tão cheios, novas operadoras encontram dificuldades para instalarem sua infraestrutura, uma vez que a companhia de energia não irá alugar seus postes enquanto as empresas atuais extrapolam a capacidade máxima. É por isso que vários pequenos provedores utilizam os postes de forma irregular e já tiveram seus cabos cortados.

Com várias operadoras dividindo os mesmos cabos de fibra óptica, seria possível remover diversos fios dos postes de energia. Por sinal, essa é a sugestão da Superintendência de Competição da Anatel, que sugere um operador neutro para lidar com ocupação desses postes. Caso contrário, a agência estima um custo de R$ 20 bilhões para reordenar os cabos de telecomunicações em 1,4 mil cidades do Brasil.

Redes neutras em outros países

Para virar um provedor neutro, a Oi decidiu adotar a separação estrutural da empresa. A InfraCo será a unidade produtiva isolada responsável pela construção e gerenciamento da rede de fibra, enquanto a ClientCo será a dona dos clientes da operadora. Rogério Takayanagi disse que Oi se inspira em operadoras de países como Austrália, Índia, Itália, Reino Unido e Tchéquia.

No entanto, a separação estrutural de uma operadora já existente não é o único formato existente. É possível criar uma rede neutra do zero, sem companhias telefônicas envolvidas, na qual o provedor ou o próprio cliente paga o aluguel da infraestrutura de fibra.Fibra Óptica iluminada. (Imagem: Visor69/Pixabay)

Fibra Óptica iluminada. (Imagem: Visor69/Pixabay)

Na Itália, a Open Fiber é uma empresa agnóstica que leva infraestrutura óptica para centenas de cidades e atende mais de 150 diferentes provedores de internet. Nem todos estão disponíveis em qualquer município, mas cada empresa tem diferentes planos, valores e qualidade de acesso. A fibra atualmente suporta velocidades de até 1 Gb/s para o consumidor final.

Outro exemplo interessante é a Utopia Fiber, que atua nos Estados Unidos em localidades selecionadas do estado de Utah. A empresa cobra mensalidade de 30 dólares do cliente de banda larga que quer utilizar a rede. O acesso à internet é cobrado separadamente pelo próprio provedor. Cada operadora tem seu próprio preço, qualidade de acesso e serviços adicionais, que oferecem velocidades de 250 Mb/s até 10 Gb/s.

Tecnocast 168 – A próxima revolução da banda larga

Tecnocast 168 – A próxima revolução da banda larga (Imagem: Leandro Massai/Tecnoblog)

Tecnocast 168 – A próxima revolução da banda larga (Imagem: Leandro Massai/Tecnoblog)

As redes neutras estão chegando e podem alterar radicalmente a internet banda larga no Brasil. O novo modelo comercial tem potencial para aumentar a concorrência, a penetração das operadoras e até resolver velhos problemas urbanos, como o acúmulo de cabos em postes. No episódio de hoje conversamos sobre como esse modelo funciona e a sua possível adoção no Brasil. Dá o play e vem com a gente!

Fonte: TecnoBlog

Pandemia afetou rotina de trabalho de 73% dos desenvolvedores, indica pesquisa
IPTVs piratas podem chegar ao fim com tecnologia da Amazon
Proposta de decreto legislativo tenta reverter decisão da ANATEL a favor de canais na internet
Provedores de IPTV pirata são alvo de extorsão por hackers
Starlink domina o mercado de internet por satélite no Brasil
ETIQUETADO:DestaqueInfraestruturaTelecom

Inscreva-se para receber nossa Newsletter

Continue atualizado! Receba as últimas notícias diretamente no seu email.
Ao se inscrever, você concorda com nossos Termos de Uso e reconhece as práticas de dados em nossa Política de Privacidade. Você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.
Compartilhar Este Artigo
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Imprimir
Compartilhar
O que você acha?
Amor0
Feliz0
Surpreso0
Nervoso0
Triste0
Artigo Anterior Usuários da Starlink dão detalhes sobre internet da SpaceX
Próximo Artigo Ubuntu, Windows 10, iOS 14, Android, VMWare, TP-Link, Asus, Chrome e Safari hackeados no maior hackathon da China

Seguir nas Redes Sociais

FacebookLike
XSeguir
InstagramSeguir
TiktokSeguir
- PUBLICIDADE -
Ad image

Últimas notícias

Salesforce admite erro após substituir milhares de atendentes por inteligência artificial
Inteligência Artificial
Falhas no HTV 8, UniTV S1, S10 e S11 geram reclamações e comunicado aponta bloqueio ligado à Claro
Negócios Regulação
Microsoft demite equipe de diversidade e afirma que contratações serão feitas por mérito e competência
Negócios
Trabalhadores dos Correios entram em greveem nove estados
Governo Negócios
//

O MundoTele é um portal de notícias sobre telecomunicações e tecnologia, criado em 2020 para trazer informações responsáveis e imparciais aos leitores.

Links

  • Home
  • Notícias
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Favoritos
  • Contato

Assine a Nossa Newsletter

Assine nosso boletim informativo para receber nossos artigos mais recentes!

MundoTeleMundoTele
Siga-nos
© 2020-2025 MundoTele Telecomunicações e Tecnologia. Todos os Direitos Reservados.
Seja bem vindo!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Perdeu sua senha?